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IMAGEM CORPORAL

À imagem do código genético ou impressão digital, a imagem corporal que cada um apresenta, é única, e no seu todo intransmissível.

 

Ela resulta de um cruzamento de inumeráveis hipóteses, de características variadas, e assume-se em nós como um cartão de identidade para a vida.

  

A altura, o peso, a forma, a cor do cabelo, dos olhos e da pele, a grossura dos lábios, o tamanho das orelhas, das mãos, dos dedos, das pernas ou dos braços, são particularidades, que no seu conjunto, arquitectam um todo que dita como nos relacionamos connosco, com os outros e com o mundo…

 

mas, mais do que aquilo que expomos aos outros, mais do que o corpo que mostramos, a imagem corporal diz respeito à experiência interior que cada um tem com o seu próprio corpo. Abraçando percepções, crenças, pensamentos, sentimentos e comportamentos, sobre essa mesma experiência.

 

 Quando percepcionamos que a nossa imagem corporal não corresponde àquilo que desejaríamos, despertamos dificuldades que se verificam desde a aceitação pessoal ao relacionamento com os outros e com o mundo. É comum, por exemplo:

 

  • Emergirem sentimentos de baixa auto-estima, de desvalorização pessoal e de inadequação, que podem mesmo conduzir à depreciação do próprio enquanto pessoa, e levá-lo consequentemente à vivencia de estados depressivos;

  • O surgimento de perturbações alimentares, face à insatisfação com a forma ou peso do corpo;

  • A percepção da feminilidade e da masculinidade serem postas em causa, quando se percepciona que não se possui, ou se possui deficitariamente, as qualidades físicas esperadas para o género. Levando a uma diminuição da percepção de aceitação dos outros e condicionando o estabelecimento de interacções sociais;

  • Ao nível da intimidade sexual, devido à necessidade da exposição ao outro, a percepção de um corpo feio, deselegante e disforme conduz muitas vezes à substituição de uma experiência prazerosa e relaxante, numa prática de elevada tensão e ansiedade, que tende a ser evitada a todo o custo.

 

Todas estas consequências negativas, impõem assim uma necessidade de alterar as percepções que temos da nossa imagem corporal. E ultrapassando em muito aquilo que observamos quando nos olhamos ao espelho, se quisermos modificar a percepção que temos da nossa imagem corporal, precisamos de olhar também, e em profundidade, para o nosso interior. Porque a resposta não reside no mudar o corpo, mas sim no mudar percepções, crenças e pensamentos que temos dele.

 

Aquilo que possuímos é único e incomparável.
PSICOLOGIA CLÍNICA

A psicologia clínica engloba o estudo e tratamento de problemas de saúde mental:

 

  • Depressão;

  • Ansiedade;

  • Fobias

  • Comportamentos de dependência (alcoolismo, toxicodependência...);

  • Comportamentos obsessivos e compulsivos;

  • Perturbações do comportamento alimentar;

  • Perturbações de personalidade;

  • Perturbações de comportamento infantil... 

O psicólogo clínico contribui para o tratamento das perturbações mentais na medida em que ajuda o indivíduo a adquirir maior capacidade de análise e compreensão dos seus sentimentos e atitudes, assim como capacidade para reagir aos seus problemas e mudanças na vida quotidiana.  

A prática clínica engloba uma série de técnicas e/ou passos, que vão desde a observação do indivíduo, a conversa aberta e o estabelecimento de uma relação de confiança entre o psicólogo e o paciente, até técnicas mais complexas como a análise de desenhos feitos por crianças e interpretação de testes estandardizados ou inquéritos preenchidos pelo paciente.  

PSICOLOGIA

Fique tranquilo - somos comprometidos à excelência quando se trata do nível de assistência oferecida.

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